Enlaces

  • Asociaciones / Colectivos / Grupos

  • Edición / Libros

  • Poesía / Poetas

  • Recursos escritores

  • Referencia

  •  


    Archivos diarios

    Mayo 2012
    L M X J V S D
    « Feb    
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28293031  

    P. D. en Facebook

    Publicidad


    CIAO

    ¿Quieres Ver o Comprar Obras de Arte Originales?

    Juan Carlos Rodríguez


    Registro de usuarios

    Contacto

    Sindicación

    Colaboradores

    • logo-almiar-margen-cero.jpg

    • CiÑE

    • logo-ezra-bataille.jpg

    • logo-guillermo-sastre.jpg

    • logo-joaquin-lera.jpg

    • CiÑE

    Varios


    O gesto

    Publicado el Jue/18/Dic/2008 por Marisem a las 00:01:26

    No chão            entrelaçados
    vulcão            estremecimento
    lâmpada acesa com
    cigarras dentro
    varando o assoalho
    soerguendo o impossível leito
    ou dobrados no quarto
    mãos vazias que se dão ao vento.

    Marise Manoel

    (Curitiba, 1994)

    Incluido en MariseM | 1 Comentario »

    Todos los poemas de Galo sem turno de Marise Manoel

    Publicado el Jue/11/Dic/2008 por Marisem a las 00:01:18

    El poemario ‘Galo sem turno’ de la poetisa brasileña Marise Manoel fue publicado en Curitiba (Paraná, Brasil) en agosto de 1980. A continuación damos los enlaces a los poemas de esta edición digital de ‘Galo sem turno’ en Poética Digital / Revista de Poesía en la Red. Están ordenados empezando por el de más reciente publicación y acabando por el que se publicó primero en este sitio, por lo que, por tanto, llevan un orden inverso a como aparecen en el libro.

    Sonho para sonhar o homem / 79

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    Poema antigo / 79

    Publicado el Jue/04/Dic/2008 por Marisem a las 00:01:55

              Vida
    vai gemendo tua roda
    pelas sarjetas
              no meio
    de dedos cansados
    de braços estanques
              a vida
    ela está se movendo.

              Por que
    não se agita em
    cirandas e abraços
              por que
    ela se move
    como planetas?

              Vida
    é rotina de sóis
    gravada nas paredes
              é solidez
    de velhas teias
              e
    é mais um pedregulho
    mais que um barulho
              uma chuva
              uma figueira.

              A vida é
    fabricação de fendas
    com baratas por cima
              da mesa
              vida
    trânsito de lesmas
    nos bocais de noite.

    Sob a solidão
    nada é movimento:
              águas caladas
    com mosquitos dentro
    águas que não se revoltam
              em nós águas
    de isolamento.

    Porque a vida é
    pássaro agourento
              eu temo
    ouvir seu canto
              temo
    não ouvi-lo
              canto
    contingência.

    Marise Manoel

    (De ‘Galo sem turno’, Edição da autora, Curitiba/agosto/1980)

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    1980

    Publicado el Jue/27/Nov/2008 por Marisem a las 00:01:19

    Uma só noite basta
    para executar no
    peito a rosa ou
    o perfume da rosa
                   ou
              canteiros.

    Assim o facho
    perde-se em meio
              aus cabelos
    e fica do dia
              fohla
    seca no coração.
    Leer más »

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    Carta de amor ao poeta / 24-V-79

    Publicado el Jue/20/Nov/2008 por Marisem a las 00:01:21

              Reúno palavras
              verso num canto
              ou nada disso /
              acontece e
              somente posso
              dizer: te amo.

    Em tudo disso
    anoitece mas
    há palavra
    á margem
    do verso
    obscura
    no canto reclama
    pro amor
    uma noite sempre
    ao alcance da mão
    a criação de um dia
    novo amor: un dia comum
    entre frincha e febre e furor
    ? Como detê-lo
    amor que é de vidro é
    de vento é ventor.

    Nada disso
    consente ser
    salteado seriado
    tudo disso /
    nos é possível deter?

    Marise Manoel

    (De ‘Galo sem turno’, Edição da autora, Curitiba/agosto/1980)

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    Nossas noites como mortes / 78

    Publicado el Jue/13/Nov/2008 por Marisem a las 00:01:39

    Quando a noite principia
    pontual e desnuda
    é como a morte.

    É mesmo como a morte.

         Na estação
         do trem que parte
              como o dia
         un homem cala
         e a noite desce em seus ombros
              num peso de esmola.

    É mesmo como a morte.
    Leer más »

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    Mareado / 79

    Publicado el Jue/06/Nov/2008 por Marisem a las 00:01:30

    Quando tocas em mim
    com seus dez dedos
    de homen
    meu corpo mulher
    cega de ais
              abre-se
    em flor de deserto
              miragem?
    bagagem de talos
              e hastes
    poeira inútil
    (en) cobre o cio.
    Leer más »

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    Estação / 79

    Publicado el Vie/31/Oct/2008 por Marisem a las 00:01:43

              Por que
              sobre meu colo
              aberto em relva
              caiu
              a folha de ou
              tono? Será
              meu colo
              de terra sujo
                   de adeus
              e de tão morta
              a folha
              caiu em chamas.
    Leer más »

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    Retalhos / 80

    Publicado el Vie/24/Oct/2008 por Marisem a las 00:01:39

    Pra Nica

    Um rosto negro um
              sangue ateu
    senhas
              meninas nuas
              palmo de rua
                   céus.
    Leer más »

    Incluido en MariseM | Escribe un comentario »

    « Entradas anteriores  |  Página Principal  |